Bloco de Apontamentos

Opinião, críticas, criações literárias, dedicatórias, pensamentos e até desabafos...tudo o que sempre se encontrou num bloco de apontamentos

Quarta-feira, Fevereiro 11, 2009

Descobertas do YouTube

Uma excelente versão de uma excelente música:




Read my mind
(original: The Killers/ versão: David Fonseca)

On the corner of main street
Just tryin' to keep it in line
You say you wanna move on and
You say I'm falling behind

Can you read my mind?
Can you read my mind?

I never really gave up on
Breakin' out of this two-star town
I got the green light
I got a little fight
I'm gonna turn this thing around

Can you read my mind?
Can you read my mind?

The good old days, the honest man;
The restless heart, the Promised Land
A subtle kiss that no one sees;
A broken wrist and a big trapeze

Oh well I don't mind, if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine
Before you go, can you read my mind?

It’s funny how you just break down
Waitin' on some sign
I pull up to the front of your driveway
With magic soakin' my spine

Can you read my mind?
Can you read my mind?

The teenage queen, the loaded gun;
The drop dead dream, the Chosen One
A southern drawl, a world unseen;
A city wall and a trampoline

Oh well I don't mind, if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine
Before you jump
Tell me what you find when you read my mind

Slippin’ in my faith until I fall
You never returned that call
Woman, open the door, don't let it sting
I wanna breathe that fire again

She said I don't mind, if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine

Put your back on me
Put your back on me
Put your back on me

The stars are blazing like rebel diamonds cut out of the sun
When you read my mind

Quarta-feira, Fevereiro 04, 2009

E eis que...

...a meia hora do dia terminar, me lembro que este espaço faz hoje 2 anos. Reflexo de três semanas muito difíceis, de uma crise que ainda mal começou...

Domingo, Janeiro 25, 2009

Fantástica reunião

Carlos Vaz Marques é talvez o melhor entrevistador português da actualidade. Pessoal e Transmissível é talvez o melhor programa de rádio de entrevistas da actualidade. Bruno Aleixo é talvez o maior fenómeno humorístico português depois do Gato Fedorento (com as devidas distâncias de estilo, já que a nível de qualidade não quero comparar...são diferentes, ponto).

Estes três elementos juntaram-se há poucos dias. O resultado está aqui.

Terça-feira, Janeiro 13, 2009

Parabéns



Goste-se ou não deles, numa coisa todos são unânimes: não é qualquer banda que aguenta tantos anos de carreira no topo. Os Xutos & Pontapés comemoram hoje 30 anos e são um ícone da música em Portugal.

Hoje ouvi num programa de rádio que era difícil destacar uma música dos Xutos, mas, a custo, os convidados do programa lá escolhiam uma, que tinha a ver com um momento da sua vida ou mesmo da vida da banda. Comigo acontece o mesmo: é-me difícil destacar uma música. Mas escolhi uma pelo significado que tem para mim: comecei a ouvir mais Xutos nos meus 14/15 anos, altura em que saiu "Vida Malvada", um CD duplo com os maiores êxitos. Lá dentro vinha este tema, que ilustrava a 100% o que eu andava a viver na altura, daí ser a música que eu ouvia até à exaustão. Como diria alguém: "coisas de garotos".




Hás-de ver

Palavras que se enrolam na lingua
Uma timidez superlativa
Há coisas difíceis de dizer
Mas não vou ficar a olhar
Deixar o tempo passar
E ver o teu sorriso a desaparecer

Quilos de alegria
Montes de prazer
Há-de vir o dia
Em que te vou dizer

Não sou gago
Não me falta a vontade
Tu dás-me
Essa liberdade
Mas ele há coisas difíceis de dizer

Vou ver se consigo
Dizer-te ao ouvido
Estas três palavras
Que trago comigo
Hás-de ver
Hás-de ver

Quilos de alegria
Montes de prazer
Há-de vir o dia
Em que te vou dizer

Lá estou eu outra vez a tremer
Com esta conversa p'ra fazer
Farto de calar
Farto de sofrer
Mas há coisas difíceis de dizer
Farto de sofrer
Farto de calar
Com todo o meu amor

Quarta-feira, Dezembro 24, 2008

Feliz Natal

Como já tive oportunidade de dizer anteriormente, o Natal lembra-me aquela criança maravilhada com as luzes que iluminavam a Baixa de Coimbra, e contava os dias e as horas para abrir os presentes.

Essa criança já não existe, mas a lembrança dela é a única coisa que ainda me faz olhar para esta época do ano com um sorriso nos lábios. Ao menos que sobre alguma coisa que nos faça rir e sorrir.

E como o riso é uma boa maneira de vivermos as alturas festivas, deixo-vos como música um (dos muitos, felizmente) dos bons projectos de humor que há no nosso País. A ideia, a música e os intervenientes fazem deste um dos grandes momentos de final de ano.

Um Bom Natal para todos.


Quarta-feira, Dezembro 17, 2008

Revista de imprensa (do único jornal que li hoje)

Quinta-feira, Novembro 20, 2008

Discos pedidos

Dedico esta música à Selecção Nacional de futebol:




Carlos Paião - Meia Dúzia

Meia-dúzia
é uma soma macambúzia
Foi um drama exsofismável
Um romance inorvidavél
P'ra fazer uma cantiga.
São mais ovos que barriga,
custa tanto!
No entanto...

Meia-dúzia,
Fui sair co'uma medúzia,
Fomos comer carcanhois,
Pevedinhas e tremóis,
Regadinhos com tintóis,
Que não vou em futebóis
E isso tudo...
Contudo...

Meia-dúzia
Também foi o amor
Sempre devastador,
Altêntico,incrível
Sincero,sencíve
Sentimento bom
Que me deu em refrom.

Meia dúzia, meia dúzia,
meia - idade mais impacto.
Meia dúzia, meia dúzia
Porque á dúzia é mais baracto.

Ela pediu-me:hás que pa compor uma canção
Chamada "meia-dúzia",
E eu...compuse-a.

Portanto eu, quer dizer,portanto com as
dúzias, semifuzias, e as parafuzias
Eu sou um espertalhão das meias dúzias, ahahah...

Meia dúzia, eu gramava a tua blusia,
E os teus olhos lá c´o rimél, eras quase indivisél,
Também intelectual, coltivada em alto grau,
Falavas bem.

Porém, meia dúzia,
Não sei o que é a hipotenusia
Nem isso de estratosfera, nunca soube essa matéria,
Nem quero saber lá disso,
É melhor pão com chouriço e haja alegria.

Todavia, meia dúzia,
Também foram seis, esses contos de reis
Que eu cá gastei contigo, e assim por castigo,
Mulher por quem seis, mais não me fazeis!

Meia dúzia, meia dúzia,
Meia dúzia, meia - idade mais impacto.
Meia dúzia, meia dúzia,
Porque á dúzia é de facto mais baracto.

Ela pediu-me ás-de compor uma canção chamada
meia-dúzia,
E eu, compuzi-a.

Meia dúzia, ou meduzia ou meia dúvida ou lá qu´é é
isso.
Ahh não, não meia dúvida não,
Porque certezas não pegam dúvidas.

Apanhei-te em flagrante delitro, ca garrafa da
augardente,
Para ti o prometido é de vidro, quebras - o
facelmente.

Podes ir passear, pa jantar com qualquer inocente,
Descalça, que eu fico no mundo patudo,
Calço o quarenta e seis, despeitosamente.

Disseste, quero o teu pé -de -meia,
E eu pedi, meia...

...Dúzia(Meia-dúzia)
Meia dúzia, meia - idade mais impacto.
Meia dúzia, meia dúzia
Porque á dúzia é mais em conta.

Ela dizeu-me se fizeres essa canção, vais ser digno de
grandes incómios,
E eu, comi-os.

Tabém pronto, não vão ficar agora esses carcanhóizitos
no pires,
Aliás eu comi os carcanhois praticamente todos,
Quer dizer comi os que tavam no prato,
Não os comi travessicamente todos,
Porque os da travessa eram muito travessos.
Ihihih.

Eu tou neste estado desploravél derivado a ela, ah
Eu vou mas é para a praia tomar banhos de sol,
É bom para queimar as pulgas e etc..
O quê? O quê? já acabou?
Ah pois...

(a ver pela letra, o Madaíl também deve ter contribuído...)